Data: 24 de outubro de 2026. Local da cerimônia: Santuário Arquidiocesano Cristo Redentor. Local da recepção: Mansão Alvite
O casal recebeu convidados de diferentes países para três dias de programação que passaram pela Unidos da Tijuca, por uma cerimônia de mehndi e até por uma partida de futebol entre Brasil e França.
Sandra e Victor celebraram o casamento no Rio de Janeiro com cerimônia no Santuário Arquidiocesano Cristo Redentor e recepção na Mansão Alvite. A programação se estendeu por três dias e reuniu convidados vindos da Índia, França, Angola, Canadá, Grécia e de diferentes estados brasileiros.
Ao longo dos três dias, carnaval, cultura indiana e futebol apareceram entre as referências escolhidas pelo casal.
No sábado, o tempo permitiu que a cerimônia no Cristo acontecesse sem chuva, nevoeiro ou vento, uma preocupação presente na reta final dos preparativos. Depois, os convidados seguiram para a Mansão Alvite, onde aconteceu a festa.


Um encontro organizado por um amigo
A história começou na Índia. Enquanto Sandra passava férias no Brasil, um amigo começou a trabalhar com Victor e percebeu que os dois poderiam combinar. Sandra, porém, não estava interessada.
“Ele é seu número”, insistia o amigo. Do outro lado, a resposta era sempre a mesma: ela estava bem sozinha e não tinha interesse em conhecer ninguém.
Até que surgiu um convite para uma suposta festa na casa dele. Ao chegar, encontrou apenas dois casais e Victor sentado em uma poltrona. Ficou claro que o encontro havia sido armado.
De acordo com Sandra, a reação foi imediata. Ela olhou para o amigo e disse que já sabia que se casaria com Victor. Naquela mesma noite, os dois deram o primeiro beijo e começaram uma relação que, anos depois, os levaria ao Cristo Redentor.
Um vestido que trouxe a Índia para o Rio
A Índia também esteve presente no vestido escolhido por Sandra para a cerimônia. A criação foi assinada pelo estilista indiano Varun Bahl, com quem mantém uma relação profissional e de amizade construída ao longo da carreira na moda.
A peça foi desenvolvida do zero e partiu da intenção de levar a Índia ao casamento realizado no Brasil. O país ocupa um lugar central na trajetória de Sandra, que construiu ali parte de sua vida pessoal e profissional, participou de semanas de moda, desfiles e ensaios e conheceu Victor justamente durante o período em que vivia por lá.
Sua primeira revista indiana foi justamente para Varun Bahl, o que tornou a escolha do estilista ainda mais pessoal.
A decisão de usar uma criação de um estilista indiano tornou-se também uma forma de representar os anos vividos no país, as experiências profissionais e as pessoas que fizeram parte desse percurso.
Ao longo dos três dias, a moda também acompanhou as mudanças de programação. A Kayas Collective assinou o primeiro look usado na Unidos da Tijuca, enquanto Ágatha Lacerda ficou responsável pelo segundo look na quadra, pelo vestido curto da festa de casamento e pelo tênis usado pela noiva.


Quando o pedido precisou mudar de rota
O pedido de casamento também envolveu diferentes países. Durante uma viagem à França para visitar a família de Victor, os dois decidiram passar alguns dias na Grécia, destino pelo qual têm carinho especial.
O plano dele era aproveitar a viagem para fazer o pedido. Só que quase nada aconteceu como imaginado.
Sandra percebeu que ele estava tenso, nervoso e com pouco apetite. Em seguida, Victor passou mal durante a estadia em uma ilha grega e teve fortes dores no ouvido. Diante da situação e da pouca estrutura disponível no local, o pedido acabou sendo adiado.
De volta à França, os dois viajaram para Avignon. Foi durante a passagem pelo Palácio dos Papas que Victor retomou o plano.
Havia ainda um detalhe que se tornou motivo de brincadeira entre os dois. Durante toda a viagem, Sandra tentava fazer as unhas sem conseguir e já havia avisado ao noivo que, caso ele planejasse pedir sua mão, não deveria deixá-la chegar ao momento sem manicure feita.
O aviso não funcionou. O noivo se ajoelhou e fez o pedido de maneira simples, acompanhado de palavras que permaneceram na memória.
Unidos da Tijuca, Brasil e França
Como boa parte dos convidados viria de fora do Rio e até do Brasil, o casal estruturou o casamento como um destination wedding de três dias.
A programação começou na sexta-feira, na quadra da Unidos da Tijuca. Destaque da escola de samba, Sandra queria apresentar aos amigos estrangeiros uma experiência que muitos conheciam apenas pelos registros publicados em suas redes sociais.
A noite contou ainda com a participação da bateria Pura Cadência, recebida por Sandra como presente. Ela também reuniu madrinhas e amigas para o mehndi, tradição indiana em que desenhos de henna são aplicados às mãos da noiva antes do casamento.
A abertura reuniu o carnaval e a cultura indiana, duas referências diretamente ligadas à trajetória de Sandra.
No sábado, o Santuário Arquidiocesano Cristo Redentor recebeu a cerimônia e a Mansão Alvite, a festa. O domingo foi dedicado ao noivo, com almoço, churrasco, feijoada, chope e futebol.
Na partida entre Brasil e França, o time brasileiro venceu por 10 a 3.


A reta final ganhou novos rumos
Embora o planejamento tenha começado cerca de dois anos antes, a reta final ganhou novos rumos apenas dois meses antes do casamento, quando Luanna Coutinho, responsável pelo cerimonial, e Márcia Tarasiuk, à frente da decoração, passaram a fazer parte do projeto.
Como o casal vive entre a Índia e Dubai por causa do trabalho, boa parte das decisões precisou ser conduzida a distância.
Segundo a noiva, Luanna e Márcia conseguiram equilibrar as diferentes referências escolhidas pelo casal, mantendo a identidade dos dois em cada etapa. Boteco, futebol, carnaval, Rio de Janeiro e Índia apareceram ao longo dos três dias como elementos ligados à própria trajetória dos noivos.
O trabalho de Luanna também ganhou destaque pelo acompanhamento pessoal durante a reta final. Sandra destaca o cuidado da cerimonialista com o casal nos momentos de tensão e estresse que antecederam o casamento.
Na decoração, Márcia Tarasiuk trabalhou a partir das referências pessoais compartilhadas pelo casal. O resultado permitia reconhecer a identidade dos dois nos diferentes elementos da festa.

A produção de Sandra e o registro do casamento
A beleza da noiva foi assinada por Rafaella Galiza, responsável pela produção que acompanhou o vestido de Varun Bahl na cerimônia e os diferentes looks usados durante a programação.
A fotografia ficou a cargo da Rechtman, enquanto a Bossois Filmes respondeu pelo vídeo. Os registros acompanharam um casamento que se dividiu entre endereços e propostas distintas.

Uma festa com referências dos dois
Na Mansão Alvite, a gastronomia ficou a cargo de Tassi Lage. O bolo foi assinado pela Cakes da Bella e os doces pela Delícias de Docinhos e Cupcake, enquanto o Rei dos Drinks ficou responsável pelas bebidas.
A música ficou por conta da DJ Luanna Coelho e da Banda Soul Mix. Já Luiz Pegoraro desenvolveu a identidade visual, incluindo convites e papelaria, e a Mavee Arts ficou responsável pelas lembranças.
IC’ Serviços
Cerimônia: Santuário Arquidiocesano Cristo Redentor | Recepção: Mansão Alvite | Cerimonial: Luanna Coutinho | Decoração: Márcia Tarasiuk | Vestido da cerimônia: Varun Bahl | Look 1 na Unidos da Tijuca: Kayas Collective | Look 2 na Unidos da Tijuca, vestido curto da festa e tênis: Ágatha Lacerda | Beleza: Rafaella Galiza | Foto: Rechtman | Vídeo: Bossois Filmes | Buffet: Tassi Lage | Bolo: Cakes da Bella | Doces: Delícias de Docinhos e Cupcake | Bebidas e bar: Rei dos Drinks | DJ: Luanna Coelho | Atração musical: Banda Soul Mix | Identidade visual, convites e papelaria: Luiz Pegoraro | Lembranças: Mavee Arts










